O despertar em Florença não podia ser mais perfeito: da rua, vinha o som de uma música de ManuChao, um dos meus grupos de eleição, e o sol espreitando nas portadas. A vista do nosso quarto era o pátio de um conjunto de prédios, onde se podia apreciar a beleza das fachadas fiorentinas.
Após o despertar tardio, o almoço foi feito de pequeno-almoço... afinal de contas, Florença não podia esperar!
Sentia a dinâmica da cidade na janela da sala...
Os barulhos de uma cidade muito mais calma que Roma, menos caótica, menos agressiva, menos apressada...
Os cheiros, os passos da sua gente, as cores, e até o próprio ar que se respirava na cidade, árido e quente, diziam-me que Florença tinha uma química prórpia, espontânea e solta, fluente e alegre,...
O que separa Roma de Florença é muito mais que uns meros Km's...
O que separa Roma de Florença é ter paixão por viver ou viver com paixão!
A tarde foi preenchida com visitas a inúmeros monumentos, ruas e até exposições (penúltima foto) e à Casa de Dante (última foto).
À noite fomos para uma das praças principais, onde normalmente os estudantes (Erasmus e não só) se juntam e assistimos desde: um concerto divinal de violino, até um italiano com uma guitarra a cantar músicas portuguesas.
Divinal!
Ficam também algumas das fotos do dia:
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